Existe uma relação profunda — e muitas vezes subestimada — entre a forma como nos vemos e a forma como nos mostramos ao mundo. A imagem pessoal não começa no espelho, começa na consciência. E a autoestima não nasce da aparência, mas do reconhecimento sincero de quem somos.
Vivemos em uma sociedade que nos ensinou a buscar validação externa antes de desenvolver um olhar interno. Somos estimuladas a ajustar a imagem para caber, agradar, pertencer. Mas a verdadeira força da imagem não está na adaptação constante, está na coerência. Coerência entre essência, comportamento e presença.
A autoestima é, antes de tudo, um encontro. Um encontro honesto com a nossa história, com nossas escolhas, com nossas vulnerabilidades e potências. E esse encontro só acontece quando há autoconhecimento. Por isso, gosto de dizer que a autoestima é irmã do autoconhecimento: elas crescem juntas, se fortalecem juntas e caminham lado a lado.
Quando uma mulher compreende sua essência, ela deixa de se esconder atrás de personagens. Não precisa mais performar quem não é. Seu comportamento se torna mais alinhado, suas escolhas mais conscientes e sua imagem passa a comunicar verdade. E não há nada mais elegante, mais poderoso e mais impactante do que uma imagem que transmite verdade.
O autoconhecimento anda de mãos dadas com a confiança. Não aquela confiança ruidosa, que precisa se provar o tempo todo, mas uma confiança serena, firme, silenciosa. Aquela que se manifesta no modo de falar, de ocupar espaços, de se vestir, de se posicionar. Uma confiança que não pede permissão, ela simplesmente é.
A imagem pessoal, quando construída a partir desse lugar, deixa de ser superficial. Ela se torna uma linguagem, um canal de expressão entre o mundo interno e o externo. Cada escolha — cores, formas, tecidos, gestos — passa a ter intenção. E intenção gera presença. Essa presença não precisa de explicação, porque a imagem comunica antes de qualquer palavra.
Cuidar da imagem, nesse contexto, não é vaidade. É autocuidado. É responsabilidade emocional. É um gesto de respeito consigo mesma. Quando escolhemos nos apresentar ao mundo de forma alinhada à nossa verdade, estamos afirmando nossa identidade, nossos valores e nosso lugar.
Porque, no fim, imagem não é sobre parecer. É sobre ser.
E a autoestima não é sobre se comparar. É sobre se reconhecer.
Quando há verdade, há presença.
Quando há presença, há força.
E quando há força, a imagem fala — com beleza, coerência e propósito.

Joelma Dezincourt
Olá! Sou Joelma Dezincourt consultora de imagem e visagista! Trabalho com o desenvolvimento da imagem pessoal como ferramenta estratégica de posicionamento e comunicação. Ajudo mulheres a descobrir sua verdadeira beleza e expressar sua autenticidade através da sua imagem pessoal.
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